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CINEMA Em "ETERNO REGRESSO", o filme desempenha um papel fundamental no conceito deste trabalho, de influência marcadamente cinematográfica. Havendo uma narrativa que nos guia desde a primeira à última música do CD, a ideia passou por criar um filme (estilo curta-metragem) por cada música, material que será exibido durante os concertos, sempre que haja condiçoes técnicas para projecção. Assim, Rogério Godinho, que realizou e editou alguns dos filmes, desafiou outros videomakers para participarem no projecto: - Sérgio Marques, que realizou os filmes da "Cântico Negro", "Criança que fui", "Somos o que a memória deixa" - Mariza Fonseca e Marcella Nunes (COLETIVO PRO), que realizaram os filmes em que a acção se passa no Rio de Janeiro (Brasil) - "Cheguei" e "Vivências" - Marco Maia, que realizou os filmes em que a acção se passa em São Paulo (Brasil), com a edição de Marília Lino - "João e Maria" e "Retrato em Branco e Preto" Como cameras, participaram também Américo Lobato e André Godinho.

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